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As humanidades contra-atacam

Aquisies da Estaao Liberdade discutem atualidade regressiva

Em suas mais recentes aquisições e projetos de ciências humanas, a Estação Liberdade mantém sua tradição de divulgar a obra de grandes ensaístas debatendo questões culturais, históricas e sociais com elegância e pluralidade.

 

DEPOIS DE PIKETTY — PAUTAS PARA A ECONOMIA E A DESIGUALDADE

Orgs.: Heather Boushey, J. Bradford DeLong e Marshall Steinbaum

Thomas Piketty e a edição americana de DEPOIS DE PIKETTY

Thomas Piketty e a edição americana de DEPOIS DE PIKETTY

Publicada originalmente pela Harvard University Press em maio de 2017, a coletânea traz 22 ensaios que abordam a desigualdade econômica sob diversas perspectivas. Usando como ponto de partida o livro O capital no século XXI, os ensaios dialogam, depuram e debatem as teses propostas no best-seller de Thomas Piketty, explorando as formas como a economia se relaciona com os temas tecnologia, política, geografia e gênero. Um alentado e inédito artigo-resposta de Piketty fecha o livro. O economista francês está no Brasil esta semana para participar do ciclo de palestras Fronteiras do Pensamento.

Com textos de Arthur Goldhammer, Branko Milanovic, Christoph Lakner, Daina Ramey Berry, David Singh Grewal, David Weil, Devesh Raval, Elisabeth Jacobs, Ellora Derenoncourt, Emmanuel Saez, Eric R. Nielsen, Fang Yang, Gareth A. Jones, Giulio Fella, Laura Tyson, Mariacristina De Nardi, Mark Zandi, Michael Spence, Paul Krugman, Robert M. Solow, Salvatore Morelli, Suresh Naidu e Thomas Piketty.

 

A GRANDE REGRESSÃO — UM DEBATE INTERNACIONAL

Org.: Heinrich Geiselberger

Edições internacionais de A GRANDE REGRESSÃO

Edições internacionais de A GRANDE REGRESSÃO

Idealizada pela editora alemã Suhrkamp e publicada ou no prelo em 8 línguas em 2017, a coletânea de ensaios reúne grupo internacional de pesquisadores para examinar as causas do que foi denominado a “Grande Regressão” — a disseminação de fenômenos sociopolíticos que pareciam fazer parte do passado, como os movimentos nacional-populistas e xenófobos — apresentando cenários para os próximos anos e discutindo possíveis estratégias de resistência e contenção.

Com textos de Arjun Appadurai, Zygmunt Bauman, Donatella della Porta, Nancy Fraser, Eva Illouz, Ivan Krastev, Bruno Latour, Paul Mason, Pankaj Mishra, Robert Misik, Oliver Nachtwey, César Rendueles, Wolfgang Streeck, David Van Reybrouck e Slavoj iek.

 

A ESCRAVIDÃO DO CAPITAL

Luciano Canfora (trad. Federico Carotti)

Luciano Canfora e a capa da edição original de A ESCRAVIDÃO DO CAPITAL

Luciano Canfora e a capa da edição original de A ESCRAVIDÃO DO CAPITAL

Tal como a Hidra, cujas cabeças cortadas tinham o poder de renascer em dobro, o capitalismo, outrora apenas ocidental e hoje planetário, reaparece no cenário mundial repropondo formas novas e mais sofisticadas de escravidão. Mas, se é verdade que o capitalismo saiu vitorioso dos grandes conflitos do século XX, triunfando sobre todas as revoluções, também é verdade que “a igualdade é uma necessidade que se reapresenta continuamente, como a fome”. Na trama da história, qual é o lugar desse anseio, próprio das religiões de salvação e do comunismo moderno? O pequeno e carregado volume reúne as reflexões do renomado filólogo e historiador italiano, pensando um mundo que se vê entre a utopia do egoísmo e a utopia da irmandade.

 

VOCÊ PRECISA MUDAR SUA VIDA

Peter Sloterdijk (trad. Marco Casanova)  

Peter Sloterdijk e a capa da edição original de VOCÊ PRECISA MUDAR SUA VIDA

Peter Sloterdijk e a capa da edição original de VOCÊ PRECISA MUDAR SUA VIDA

O mago da filosofia contemporânea, o acrobata da história do pensamento, o enfant terrible da crítica cultural. Ou, se preferir, “o homem mais erudito atualmente habitando a Terra” (L.A. Review of Books). Peter Sloterdijk atende por todas essas alcunhas e seus projetos de incrível fôlego intelectual mostram o porquê. O conceito principal trabalhado neste livro é a “antropotécnica” – para Sloterdijk, a chave para entender os grandes movimentos históricos (e, principalmente, o caminho que pode nos levar a um melhor futuro comum) não reside no conflito entre os poderosos e os impotentes, e sim nas técnicas de autotransformação individuais e coletivas que vêm nos levando adiante como espécie nos últimos milhares de anos. Fazendo uma história e uma filosofia da prática e do treinamento como fundamentos da natureza humana – e desfilando pelas tradições filosóficas e religiosas de Ocidente e Oriente – Sloterdijk mostra um panorama daquilo que nos faz ser e permanecer humanos.

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